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Câmera digital com lentes intercambiáveis é mostrada nos EUA

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A PMA 2010, evento que reúne fabricantes de equipamentos e fotógrafos do mundo todo, começou ontem em Anaheim (Califórnia) com modelos de câmeras um tanto diferentes demonstrados pela Sony: a companhia japonesa levou protótipos de câmeras compactas que trocam de lente e que não têm previsão de lançamento. Além disso, a Sony mostrou sua câmera à prova d'água, anunciada na última semana.


A Sony deu poucos detalhes sobre suas câmeras conceito. Em sua definição oficial, é o "modelo conceitual de uma câmera digital com lentes intercambiáveis com a qualidade de uma câmera DSLR em um corpo extraordinariamente pequeno, junto com suas lentes".
Esses protótipos usam um sensor de imagem Exmor APS HD CMOS, também capaz de registrar vídeos em alta definição. Segundo a fabricante, essa câmera conceitual pode vir um dia a fazer parte da família Alpha da Sony.
Além da câmera, a Sony demonstra uma lente supertelescópica (500 mm F4) e uma grande-angular (24 MM F2) feita pela Carl Zeiss. A PMA acaba amanhã.






Acompanhe suas noticias - use RSS Feedback

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

RSS Feedback é um gerenciador de Feeds muito bom, pratico, leve e sem instalação.

Com ele você pode ter todas as ultimas noticias que você quiser diretamente no seu computador, bastando ter o Link RSS do seu feed.





As suas listas de Noticias favoritas ficam a esquerda e quando você selecionar alguma delas as ultimas noticias daquele site estarão listadas à esquerda



Assim você pode acompanhar automaticamente as ultimas noticias de seus sites favoritos sem ter abrir varios navegadores, por que alem de ver a noticia você pode abri-la diretamente no site dentro do RSS Feedback, pois ele tem um navegador próprio que pode ser ampliado clicando na lupa ao lado do endereço






E muito facil e também é leve, não precisa de instalação e pode ser configurado para iniciar com o windows e seu Icone fica na Tray junto ao relógio do comuputador









Para fazer o download clique aqui

Revolução em Toca Discos. Disco flutuante?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009


Foto: Divulgação

O Void LP é o conceito de um dos menores toca-discos do mundo. Ele utiliza uma base magnética que faz o disco rodar em cima dela. Uma bolinha que simula uma agulha roda pelo LP, reproduzindo a música. (Foto: Divulgação)

 
Foto: Divulgação

A bolinha contém uma agulha, um amplificador e um alto-falante. Um sensor na base do dispositivo controla todo o aparelho. De acordo com seus criadores, o disco reproduzido no Void LP terá diferentes níveis de 'levitação'. (Foto: Divulgação)



Twitter Command

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Este software Freeware de iniciativa brasileira (embora esteja em inglês) vem como uma ferramenta muito legal para ser agregada ao Twitter

Com o Twitter Command você consegue logar na sua conta do Twitter e através dele controlar seu computador de qualquer lugar do mundo.

Com uma interface Simples e Interativa




Com ele você consegue desligar, reiniciar, desativar o monitor, fechar o Twitter Command, tirar ScreenShot do micro, etc.


É simples apenas digite o nome da sua conta e clique em Connect

Ex.: @logynotech (sem @)



Você pode configurar para que o aplicativo inicie com o Windows e a sua conta fica salva caso você não desconecte.


O Software está na versão 3.6 e tem perspectiva de Atualização em breve


Download - http://www.4shared.com/file/159548537/cd9de4f3/Twitter_Command.html

Presidiários dos EUA aderem ao Twitter

Se uma das angústias de viver numa penitenciária é não poder se comunicar com o lado de fora, nos Estados Unidos isso não parece ser mais problema. É de uma prisão na Califórnia que o roteirista Roger Avary, premiado com o Oscar pelo roteiro de 'Pulp Fiction', posta suas mensagens no Twitter, o microblog mais popular do mundo. Já foram mais de 20 falando da péssima comida, da tensão entre os presos, de drogas.

Veja o site do Jornal da Globo

"As doenças se espalham aqui como chamas de um incêndio. É perda de tempo tentar evitar a contaminação", diz Avary, que cumpre pena por causar um acidente fatal de carro.

Em outra mensagem é de um ativista preso quando protestava contra a devastação de florestas tropicais. "Fomos todos presos. Fiquei com o celular. Mantenho-os atualizados assim que puder", escreveu.

Condenado a três anos e meio por agressão, o rapper Prodigy escreveu uma autobiografia que será lançada assim que eu sair daqui, anuncia. Daddy Bawsten, também rapper, não quis dar margem a falsos twitteiros que assumem a identidade de outras pessoas. A foto, tirada com um celular, que Bawsten postou, dele mesmo, na cadeia.

MasterCard lança banco pelo celular

A MasterCard vai lançar em 2010 uma plataforma que permite realizar operações financeiras pelo celular, mesmo por pessoas que não tenham conta corrente em banco.

Em parceria com o Itaú Unibanco, a Vivo e a Redecard, o aplicativo, batizado de Mobile Network Gateway, permitirá aos usuários do serviço realizar transações como transferência de dinheiro, pagamentos de contas e fazer recarga de créditos para celulares pré-pagos.

Segundo o presidente da MasterCard no Brasil, Gilberto Caldart, o país foi eleito pela companhia para a estreia do produto pelo fato de ser um mercado com alto nível de penetração do mercado de telefones celulares, numa população com nível de bancarização ainda limitada, o que dá espaço para a rápida expansão da novidade.
"O programa dá acesso a serviços financeiros a pessoas não bancarizadas ou que tenham apenas conta poupança", explicou o executivo à Reuters.

Mais adiante, a empresa deve expandir o serviço para outros mercados emergentes.
Segundo um levantamento feito por uma consultoria ligada ao Banco Mundial, citado pela MasterCard, cerca de 4 bilhões de pessoas possuem telefone celular no mundo inteiro. Porém, um número bem menor delas, cerca de 1 bilhão, têm conta corrente em banco, número que deve subir para 1,7 bilhão de pessoas até 2012.

Baterias Liquidas

Baterias portáteis
A simples menção à palavra bateria traz à mente os telefones celulares, os tocadores de MP3, as câmeras digitais e toda uma parafernália de equipamentos eletrônicos portáteis.
É a portabilidade que exige que a energia seja acondicionada no interior de um pequeno dispositivo, que possa ser recarregado quando sua energia tiver se esgotado.
Qual seria, afinal, o sentido de desenvolver baterias gigantescas, fixas, que não pudessem ser levadas para lá e para cá? Neste caso não seria mais simples ligar o equipamento à tomada?
Baterias estacionárias
Não se estivermos falando de capturar a energia de fontes renováveis e usá-la para alimentar a própria rede elétrica, substituindo sistemas de geração não sustentáveis e poluidores e tirando proveito das energias alternativas - eólica, solar, das ondas e das marés.
O grande problema é que essas fontes realmente renováveis e sustentáveis de energia são extremamente variáveis: o Sol não brilha à noite, os ventos não sopram sempre e as ondas e as marés variam imensamente. E a rede elétrica que abastece empresas e residências não pode conviver com tamanha variabilidade.
A solução é armazenar a energia quando ela está sendo gerada e injetar na rede de distribuição um fluxo contínuo - nos momentos de sol e vento, por exemplo, uma parte da energia vai para as baterias e outra vai diretamente para a rede. À noite, ou quando o vento cessar, as baterias enviam sua energia acumulada para a rede, mantendo constante o nível de suprimento.
Baterias líquidas
Agora, o Dr. Donald Sadoway, do MIT, nos Estados Unidos, parece ter encontrado uma forma de construir essas baterias gigantescas, que não precisam ter as limitações das baterias convencionais.
"O que eu fiz foi ignorar completamente a tecnologia convencional usada nas pilhas e baterias portáteis," diz ele. O conjunto de exigências totalmente diferentes para as baterias estacionárias "abriu um conjunto totalmente novo de possibilidades."
Há alguns anos, Sadoway fez parte de uma equipe que criou uma forma de substituir elementos caros das baterias recarregáveis por materiais mais baratos - veja Baterias de lítio com alumínio.
Nesta pesquisa, sem precisar se ater à tecnologia convencional, o pesquisador achou melhor fabricar baterias líquidas. Como os componentes principais da bateria podem atingir altas temperaturas, eles podem se fundir e ficar constantemente na fase líquida.
"Componentes sólidos nas baterias são como quebra-molas. Quando você quer uma corrente realmente alta, você não vai querer sólidos," diz ele.

Baterias líquidas podem viabilizar energias renováveis
Depois de testada e resfriada, a bateria líquida se solidifica. Os pesquisadores cortaram-na para estudar sua estrutura interna. [Imagem: Patrick Gillooly]
Como funcionam as baterias líquidas
O princípio básico consiste em colocar três camadas de líquido no interior de um recipiente - duas ligas metálicas diferentes e uma camada de sal. Os materiais foram escolhidos de tal forma que apresentam densidades diferentes, o que os mantém separados naturalmente em três camadas distintas, com o sal no meio, separando as duas camadas de ligas metálicas fundidas.
A energia é armazenada nos metais líquidos, que tendem a reagir um com o outro. Mas eles somente podem fazer isso transferindo íons - átomos eletricamente carregados de um dos metais da liga - através do eletrólito. Isso resulta em um fluxo de corrente elétrica.
Quando a bateria está sendo carregada, alguns íons atravessam a camada de sal e são coletados em um dos terminais. Quando a energia da bateria está sendo utilizada esses íons migram de volta através do sal e se depositam no terminal oposto.
Bateria fundida
A bateria opera a 700 graus Celsius, a temperatura para manter fundidas todas as três camadas.
No protótipo que está sendo testado em laboratório, isto exige um fornecimento externo de calor. Mas Sadoway afirma que, nas baterias estacionárias em escala real, a corrente elétrica que estiver entrando ou saindo da bateria será suficiente para manter a temperatura sem o gasto extra de energia para alimentar a fonte externa de calor.
A ideia é promissora, mas ainda há um longo caminho até que o conceito possa se transformar em uma solução que possa viabilizar as fontes alternativas de energia.
Os testes em laboratório mostraram-se encorajadores, mas muitos outros testes serão necessários "para demonstrar que a ideia é escalável para as dimensões industriais, com custos competitivos," diz Sadoway.
Um dos desafios é construir os contatos elétricos entre a rede de distribuição e uma bateria que funciona a 700 ºC.

Seringa Implantavel, alternativa indolor

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Aplicação personalizada de medicamentos
Muitas condições médicas, como câncer, diabetes e dores crônicas, exigem medicamentos que não podem ser tomados oralmente. As doses devem ser intermitentes ou numa base "conforme necessário," sempre durante um longo período de tempo.
Já foram desenvolvidas várias técnicas para aplicações das chamadas drogas inteligentes - um processo chamado drug delivery, ou aplicação personalizada de medicamentos, numa tradução livre. Essas técnicas incluem fontes de calor ou de luz externas, chips eletrônicos implantados e outros estímulos que funcionam como uma chave liga-desliga para a liberação dos medicamentos no corpo.
Contudo, nenhuma dessas técnicas consegue fazer tudo o que se espera de uma forma de aplicação de medicamentos realmente inteligente: abrir e fechar repetidamente a dosagem do medicamento e liberar sempre dosagens precisas, conforme a necessidade do paciente.

Nanotecnologia e magnetismo
Agora, mesclando nanotecnologia e magnetismo, a equipe do Dr. Daniel Kohane, do Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, encontrou a solução mais promissora até o momento para o conceito de "entrega de medicamentos."
O medicamento é misturado a nanopartículas magnéticas, feitas de óxido de ferro, e colocado no interior de uma espécie de cápsula fabricada com uma membrana especial. A cápsula, por sua vez, é inserida no interior de um pequeno dispositivo biocompatível implantável, que mede menos de 1 centímetro de diâmetro. O dispositivo é passivo, sem necessidade de nenhum componente eletrônico.
Um campo magnético aplicado externamente aquece as nanopartículas magnéticas, distendendo a superfície da membrana da cápsula. Essa distensão abre poros temporários na membrana que permitem que o medicamento saia da cápsula e atinja o organismo. Quando o campo magnético é desligado, a membrana se resfria e fecha os poros, interrompendo a liberação do medicamento.

Seringa implantável
A dose liberada pode ser controlada precisamente pela duração da ativação do campo magnético. A quantidade de medicamento liberada manteve-se constante ao longo de múltiplos ciclos de funcionamento.
O dispositivo mostrou-se totalmente biocompatível nos testes em cobaias, sem toxicidade para as células e sem qualquer rejeição pelo sistema imunológico, mantendo-se totalmente funcional por 45 dias no organismo dos animais.
As membranas são ativadas por temperaturas superiores às temperaturas apresentadas pelo organismo, não sendo afetado mesmo por estados de febre alta ou inflamação local.
O próximo passo da pesquisa será obter as autorizações necessárias para os testes em humanos.

Química das estrelas denuncia presença de planetas extrassolares

A ciência levou séculos para destruir a ideia mística de que a Terra era o centro do Universo. Não foi tanto tempo, mas demorou para que os próprios cientistas admitissem que havia planetas circundando outras estrelas que não o Sol.
Quanto tempo ainda levará para que a ciência admita que a vida não é exclusividade da Terra é uma questão em aberto. Mas é também uma questão que está ficando mais fácil de responder conforme aumenta a quantidade de planetas extrassolares localizados, que já se contam às centenas. E esse número agora deverá aumentar em um ritmo ainda mais intenso.

Olhando para as estrelas
E uma nova técnica poderá facilitar ainda mais a localização de planetas fora do Sistema Solar. A sonda espacial Corot está fazendo um trabalho brilhante, o telescópio Kepler já está aquecendo seus instrumentos científicos e os próprios cálculos dos astrônomos melhoraram muito, permitindo que planetas fossem encontrados até mesmo no arquivo morto do telescópio Hubble.
Mas ficaria ainda mais fácil encontrar sistemas planetários espalhados pela galáxia se fosse possível detectá-los analisando diretamente apenas a sua estrela, sem precisar esperar que os planetas transitem entre a estrela e nossos observatórios.

Lítio sumido
Isto agora é possível, graças a uma descoberta feita por cientistas do observatório europeu ESO.
"Por quase 10 anos nós vimos tentando descobrir o que distingue as estrelas com sistemas planetários das estrelas solitárias," conta Garik Israelian, um dos autores da pesquisa. "Nós agora descobrimos que a quantidade de lítio presente nas estrelas semelhantes ao Sol depende se ela tem ou não planetas."
Há décadas os astrônomos perceberam que o Sol tinha uma quantidade pequena demais de lítio em comparação com outras estrelas, mas ninguém havia encontrado uma explicação razoável para a anomalia.
Com a descoberta de centenas de planetas extrassolares - também conhecidos como exoplanetas - os cientistas puderam finalmente comparar as estrelas em torno das quais esses planetas giram. E descobriram um traço distintivo: a baixa concentração de lítio.
"A explicação desse quebra-cabeças de mais de 60 anos surgiu para nós de forma extremamente simples. Falta lítio no Sol porque ele tem planetas," diz Israelian.

Elemento pré-histórico
Depois de analisar mais de 500 estrelas, incluindo 70 que possuem planetas, os cientistas descobriram que a maioria das estrelas com planetas possui menos de 1% da quantidade de lítio existente nas estrelas sem planetas. Os cientistas descartaram várias outras possibilidades para explicar a ausência de lítio, incluindo a idade das estrelas.
Ao contrário da maioria dos outros elementos mais leves do que o ferro, os núcleos leves do lítio, do berilo e do boro não são produzidos em quantidades significativas nas estrelas. Os cientistas acreditam que o lítio especificamente, composto de apenas três prótons e quatro nêutrons, deve ter sido produzido nos primeiros momentos do Universo, logo após o Big Bang.

Seleção de estrelas candidatas
Desta forma, a maioria das estrelas tem quantidades semelhantes de lítio, a menos que elas o destruam. Os mecanismos pelos quais o nascimento dos planetas destrói o lítio de suas estrelas ainda estão por ser desvendados.
"Há várias formas pelas quais um planeta pode conturbar os movimentos internos da matéria no interior da sua estrela, com isso causando rearranjos na distribuição dos vários elementos químicos e possivelmente causando a destruição do lítio. A bola agora está com os teóricos, para que eles tentem vislumbrar qual possibilidade é mais plausível," disse Michel Mayor, outro membro da equipe.
Sem depender da explicação, o fato é que os cientistas agora contam com uma nova forma, mais rápida e mais barata, de procurar por sistemas planetários. A técnica também deverá ser utilizada pelas equipes que já utilizam outros métodos, refinando o seu campo de busca e selecionando as estrelas mais promissoras para que novos planetas possam ser encontrados.

NASA encontra água na Lua - INCRIVEL

sábado, 14 de novembro de 2009

Dados preliminares da sonda Lcross indicam que a missão descobriu água durante os impactos de 9 de outubro com uma região em sombra perpétua no fundo da cratera Cabeus, perto do polo sul lunar.


O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro produziu uma pluma de material dividida em duas partes, ejetado das profundezas da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e segunda, de material mais denso. Esse material não era exposto à luz do Sol há bilhões de anos.

Cientistas especulavam há anos sobre a explicação para as quantidades de hidrogênio detectadas nos polos lunares por missões anteriores. A descoberta de água pela Lcross ajuda a responder à pergunta. A água na Lua pode estar mais disseminada e existir em quantidade maior que a esperada, diz nota da Nasa.


Além disso, regiões lunares em sombra perpétua podem ter a chave da história e da evolução do Sistema Solar. E a água e outros compostos descobertos poderão ser recursos para astronautas em futuras missões.

Desde os impactos, a equipe cientistas da missão Lcross trabalha para analisar os dados que a nave recolheu. A equipe concentrou-se nos espectrômetros, que trazem as informações mais precisas sobre a presença de água.


Ampliação da imagem da pluma de material impelida pelo impacto na Lua. Divulgação/Nasa

"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, principal cientista da missão. "Diversas linhas de evidência mostram que a água estava presente tanto na pluma mais leve e na cortina de dejetos criada pelo impacto do Centauro. A concentração e distribuição da água e outras substâncias requerem mais análise, mas é seguro dizer que Cabeus contém água".

  Algumas vezes por ano, o Google muda o logotipo de sua página inicial para comemorar um evento histórico importante. Estes logos celebrativos são chamados de Doodle. Exemplos recentes inclurem o aniversário de 20 anos da queda do Muro de Berlim, do Dia nas Crianças e do Dia da Independência do Brasil.
Hoje o Google está celebrando uma ótima notícia: a descoberta de água na Lua! A Nasa anunciou ontem que sua missão de bombardeamento da Lua revelou que o satélite tem água em baixo de sua superfície. Agora, se você visitar Google.com.br, vai ver o logo ao lado, que mostra um dos “o” sendo a Lua bombeada e as outras letras como bolhas de água.

Monte sua própria câmera digital

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

bigshot-camera
O projeto BigShot, feita pelo pessoal da Universidade de Columbia, quer ensinar crianças e também adultos a montar suas próprias câmeras. Para isso, nada melhor do que uma desmontável, não?

A ideia é no mínimo interessante. Com a proposta de ser uma “câmera para a educação”, a BigShot vem toda desmontada. Ela não conta com todos os componentes presentes em uma grande câmera, mas é o necessário para qualquer um entender como funciona uma máquina digitital.

E além do mar de cores para conquistar os pequenos, a máquina pode ser montada e desmontada quantas vezes for necessário, com encaixes simples. Ela ainda não está à venda, mas já está em fase final de testes. É um bom presente de Natal para aquele seu primo curioso que adora desmontar as coisas. É possível ter mais
informações acessando o site www.bigshotcamera.org.

http://info.abril.com.br/

Chip bioeletrônico conecta neurônios a circuito eletrônico

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Engenheiros do instituto de microeletrônica IMEC, da Bélgica, criaram um microchip formado por uma série de pilares nanométricos que permite a conexão direta entre células vivas e dispositivos eletrônicos.
Como pode ser fabricado em escala industrial, o chip deverá auxiliar nas pesquisas da eletrofisiologia, o campo que estuda as propriedades elétricas das células e dos tecidos biológicos, e que inclui desde estudos que buscam o entendimento do funcionamento do cérebro até as pesquisas de tratamentos para doenças como os males de Parkinson e Alzheimer.

Ciência básica e tecnologia
No âmbito das ciências, as pesquisas da eletrofisiologia buscam compreender sobretudo o funcionamento dos cardiomiócitos, as células do coração, e dos neurônios, as células cerebrais.
Pelo lado da tecnologia, as pesquisas voltam-se principalmente para encontrar formas de conectar circuitos eletrônicos a tecidos vivos, o que poderá permitir a construção de implantes e próteses mais avançados e, eventualmente, permitir o controle de partes do corpo cujos movimentos tenham sido perdidos por acidentes ou doenças.
Mas o inverso também é verdadeiro - outra opção tecnológica é o controle de robôs utilizando neurônios ou mesmo células do coração, duas possibilidades já demonstradas em condições de laboratório.

Temporização e precisão
Outras pesquisas já exploraram diversas alternativas para a conexão entre células biológicas e circuitos eletrônicos, incluindo um neurochip e membranas de nanotubos de carbono.

A vantagem do novo chip criado pelos pesquisadores belgas é que ele possui estruturas que servem simultaneamente de substrato para as células vivas e de ponto de contato elétrico entre as diversas células e entre as células e o restante do circuito eletrônico.

Cada nanopilar do chip é um eletrodo, capaz de captar ou disparar impulsos elétricos em tempo real. As dimensões nanoscópicas dos eletrodos - que podem ser menores do que as próprias células - viabilizam a leitura e registro, assim como o disparo dos impulsos elétricos, de forma absolutamente precisa e seletiva, tanto em termos de posição quanto de temporização.

Chip de conexão bioeletrônica
Os nanoeletrodos são construídos em metal e revestidos com uma camada de óxido isolante, mantendo-se uma ponta condutora, que pode ser de ouro ou de nitreto de titânio. Quando as células eletrogênicas - os cardiomiócitos, do coração, ou os neurônios, do cérebro - são postas sobre a superfície do chip, suas membranas externas "abraçam" os nanopilares, garantindo um excelente contato elétrico.

O maior desafio para viabilizar a construção do chip de conexão bioeletrônica foi manter as células vivas. Para isto, a parte superior do chip é mantida imersa em uma solução com nutrientes, totalmente isolada da parte inferior, onde são feitos os contatos com a placa de circuito impresso e com o restante do dispositivo eletrônico de controle.

Outro elemento importante do sucesso da pesquisa foi o desenvolvimento de uma técnica para garantir que cada célula cresça de tal forma que seu corpo entre em contato com um único eletrodo, para garantir a precisão das leituras e dos controles.

Enquanto a Sony resolveu congelar os investimentos em TVs OLED, a LG está caminhando no sentido oposto. A empresa está lançando comercialmente seu primeiro TV OLED na Coreia. Trata-se de um modelo de 15” (o maior do mercado), o mesmo visto pela nossa equipe na CES 2009. Até agora, o único TV com essa tecnologia disponível ao consumidor era o Sony XEL-1, de 11”. Construídos a partir de componentes orgânicos, os displays OLED (de Organic Light-emitting Diode) consomem menos energia e produzem brilho intenso, sem a necessidade de lâmpadas. Por isso, são mais finos até do que os atuais TVs de LED. Para que possa decolar, a tecnologia ainda esbarra em dois grandes obstáculos (até relacionados entre si): o altíssimo custo (o modelo da LG será vendido por cerca de US$ 2.600) e a dificuldade em produzir grandes telas. Fonte: The Korea Times

Enquanto a Sony resolveu congelar os investimentos em TVs OLED, a LG está caminhando no sentido oposto. A empresa está lançando comercialmente seu primeiro TV OLED na Coreia. Trata-se de um modelo de 15” (o maior do mercado), o mesmo visto pela nossa equipe na CES 2009. Até agora, o único TV com essa tecnologia disponível ao consumidor era o Sony XEL-1, de 11”.

Construídos a partir de componentes orgânicos, os displays OLED (de Organic Light-emitting Diode) consomem menos energia e produzem brilho intenso, sem a necessidade de lâmpadas. Por isso, são mais finos até do que os atuais TVs de LED.

Para que possa decolar, a tecnologia ainda esbarra em dois grandes obstáculos (até relacionados entre si): o altíssimo custo (o modelo da LG será vendido por cerca de US$ 2.600) e a dificuldade em produzir grandes telas.

Fonte: The Korea Times

Speedy perde quase 150 mil clientes no terceiro trimestre de 2009

A Telefônica perdeu cerca de 148 mil clientes de seu serviço de banda larga, oferecido sob as marcas Speedy e Ajato, no terceiro trimestre de 2009. Segundo comunicado divulgado pela operadora, a empresa encerrou o período com 2,578 milhões de clientes de internet rápida.

No segundo trimestre de 2009, o serviço contava com  2,726 milhões de assinantes. O total de clientes do Speedy no terceiro trimestre também ficou inferior à base de assinantes registrada no primeiro trimestre de 2009, que somava 2,656 milhões de clientes. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve aumento de 5% na base de assinantes de banda larga verificada em igual período de 2009.

>> Para entender o que houve, leia reportagem completa na Computerworld.

Babá eletronica no Shell Script?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009


Aparelho portátil ganha versão exclusiva para gerenciar mensagens no Twitter Preço do gadget para twitteiros varia de US$ 100 a US$ 200. Por enquanto, o serviço está disponível apenas nos EUA.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Os viciados no Twitter ganharam um aparelho portátil para facilitar a inclusão de posts no serviço de microblog em qualquer lugar que eles estejam. O TwitterPeek é um dispositivo voltado exclusivamente para gerenciar perfis no microblog que é fenômeno na web.

Já à venda nos EUA, por enquanto exclusivamente na Amazon.com, o gadget para twitteiros custa cerca de US$ 100, com seis meses de serviço de acesso incluído (após esse período custa cerca de US$ 8 por mês), ou US$ 200 com serviço ilimitado.

Com o gadget, o usuário não precisa acessar a web pelo computador ou pelo celular ou outro dispositivo móvel.

Quem gosta de postar fotos no Twitter, no entanto, não poderá fazer isso com o novo gadget, já que o TwitterPeek não conta com câmera digital integrada.

Por enquanto, o serviço está disponível apenas em território norte-americano.

O lançamento pega carona no sucesso do Twitter, renovando a linha da companhia Peek, que já tem no catálogo o modelo Classic (US$ 20) - que permite gerenciamento e troca de e-mails - e o Pronto (US$ 60), que inclui também o serviço de troca de mensagens de texto.



Foto: Divulgação

Duas opções de cores do TwitterPeek: preta e azul 'Twitter'. (Foto: Divulgação)




Foto: Divulgação

Lançamento pega carona no sucesso do Twitter ao adaptar versão de aparelho portátil da companhia Peek. (Foto: Divulgação)

Garrafa térmica fotônica: você ainda vai querer ter uma

Redação do Site Inovação Tecnológica - 06/11/2009


Garrafa térmica fotônica: você ainda vai querer ter uma

Apesar de tudo o que você possa ter ouvido do seu professor de física, o vácuo puro das garrafas térmicas tradicionais não é o melhor isolante possível para manter o seu café quente.[Imagem: iStockphoto/YouraPechkin]

Esta descoberta talvez não altere o sabor do seu café, mas certamente permitirá que você o tome mais quente, por muito mais tempo.
Apesar de tudo o que você possa ter ouvido do seu professor de física, o vácuo puro das garrafas térmicas tradicionais não é o melhor isolante possível para manter quente o líquido armazenado em seu interior
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Cristais fotônicos
Shanhui Fan e seus colegas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apresentaram uma teoria explicando porque e como um cristal fotônico consegue bloquear o fluxo de calor de forma mais eficiente do que o próprio vácuo.

Os cristais fotônicos são estruturas periódicas famosas por bloquear a luz dentro de faixas estreitas de frequências, o que os torna promissores para aplicações na transmissão óptica de dados e na computação.
Mas, segundo os pesquisadores, esse material poderá se tornar ainda mais famoso pelas suas propriedades termais, eventualmente permitindo a criação de dispositivos capazes de converter o calor do Sol em outras formas de energia utilizável. Além, claro, de permitir a fabricação de melhores recipiente térmicos.

Por que o café esfria na garrafa?
No interior de uma garrafa térmica, o café, ou qualquer outro líquido, é circundado por um vácuo, localizado entre as paredes interna e externa da garrafa. Esse vácuo impede que o calor seja conduzido diretamente para o exterior, como acontece quando um líquido quente é colocado em um recipiente de parede única.
Como toda dona de casa bem sabe, contudo, nenhuma garrafa térmica é perfeita, e o café acaba esfriando. Isso acontece porque o líquido quente "brilha" na faixa do infravermelho, e essa frequência da luz irradiada através das paredes rouba sua energia.

Já os cristais fotônicos conseguem bloquear uma grande faixa de frequências do infravermelho emitido por um corpo quente. Uma estrutura de 100 micrômetros de espessura, formada por camadas de 10 micrômetros de cristais fotônicos de silício, apresenta uma condutância termal que é apenas 50% da condutância do vácuo puro. Ou seja, o café ficará quente por muito mais tempo.

Energia termovoltaica
Um detalhe interessante da pesquisa é que os cientistas demonstraram que a condutância termal não depende da espessura das camadas individuais de cristais fotônicos, mas da velocidade com que a luz viaja através das camadas sólidas - ou seja, do índice de refração do sólido.

Agora os cientistas planejam estudar cristais fotônicos com estruturas irregulares, que eles acreditam poder fornecer isolantes ainda melhores.
Segundo os pesquisadores, o controle do fluxo de calor através dos materiais pode ter grandes implicações nas pesquisas que buscam utilizar o calor do Sol como fonte de energia, a chamada energia termovoltaica. "Permitir que a luz na faixa visível passe através do material, enquanto se mantém o calor em seu interior, é muito importante para aplicações termossolares," afirmaram.

Nanopartículas podem danificar DNA à distância, diz estudo

Por Ben Hirschler

LONDRES (Reuters) - Nanopartículas podem danificar o DNA de células à distância, mesmo sem cruzar as barreiras celulares que protegem certas partes do corpo, afirmam pesquisadores britânicos.

A surpreendente descoberta levanta novas questões sobre a segurança da nanotecnologia, que envolve a manipulação de partículas que são dezenas de milhares de vezes menores que a espessura de um fio de cabelo. Mas a tecnologia também pode ajudar cientistas a criar mais medicamentos e ferramentas de diagnósticos efetivas.

Cientistas da Universidade de Bristol testaram o impacto de altas concentrações de nanopartículas metálicas no DNA em um experimento de laboratório, que eles salientaram não ser projetado para reproduzir precisamente as condições do corpo humano.

"Para a nossa grande surpresa, não só vimos danos em um lado da barreira, como também danos no outro lado da barreira", disse o pesquisador Patrick Case a repórteres.

Case e seus colegas descobriram que as nanopartículas não chegaram a passar pela barreira celular de múltiplas camadas, mas na verdade geraram moléculas de sinalização que foram então transmitidas para as células do outro lado.

Os cientistas, que publicaram o trabalho na Nature Nanotechnology, disseram que as descobertas sugerem que efeitos diretos e indiretos de nanopartículas nas células são igualmente importantes quando se considera seu uso na medicina.

As nanopartículas --com um diâmetro medido em bilionésimos de metro-- estão sendo estudadas cada vez mais pela medicina, onde podem ajudar na produção de medicamentos contra câncer e outras doenças. A tecnologia já é usada em cosméticos e produtos eletrônicos.

Cientistas chineses publicaram em agosto que sete mulheres jovens chinesas sofreram danos pulmonares permanentes e duas delas morreram depois de trabalharem sem proteção adequada em uma fábrica de tintas que utilizam nanopartículas.

Brasileiro preso por MP3 é inocentado

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O fotógrafo Alvir Reichert Júnior, preso em agosto de 2003 em Curitiba por manter um site de músicas na internet que não recolhia direitos autorais, teve declarada sua absolvição.

A sentença foi dada pela juíza da 1ª Vara Criminal de Curitiba, Elizabeth Nogueira Calmon de Passos, que determinou a extinção do processo por entender que o caso já tinha passado de seu tempo, considerando assim uma “absolvição técnica”.
 
Motivada pela chamada Meta 2 do Conselho Nacional de Justiça, que pressiona os juízes a se livrarem de processos mais antigos, a juíza reconheceu o encerramento da punibilidade de Alvir Reichert “a fim de evitarem-se novos procedimentos inócuos para o processo, em prejuízo a tantos outros em curso pela Vara”.
Participante do site MP3 Forever, Reichert se tornou a primeira pessoa presa a partir da mudança na lei de direitos autorais, nº 10.695, sancionada em 2 de julho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O curitibano foi acusado de vender música pela internet sem a autorização de artistas e gravadoras, cobrando planos de assinaturas mensais para enviar CDs com as canções em MP3 às casas dos clientes. Segundo a acusadora APDIF (Associação Protetora dos Direitos Fonográficos), os planos variavam de 10 a 35 reais.

Em 25 de agosto de 2003, Reichert recebeu voz de prisão em sua casa, onde operava o site, e teve apreendidos dois computadores, um gravador de CD e uma grande quantidade de CDs. A ação envolveu APDIF, PIC (Promotoria de Investigações Criminais) e Polícia Civil do Paraná.

Por ser réu primário, depois uma semana depois da prisão, Alvir Reichert foi solto ao pagar uma fiança de 20 salários mínimos – que, inicialmente, era dez vezes maior. A partir disso, o caso se prolongou sem conclusões até a última sentença emitida em 26 de outubro.

“A intenção neste caso era testar, colocar em prova os limites da aplicação da nova lei penal. Embora não tenha sido julgado o mérito da causa, do ponto de vista da defesa o resultado foi satisfatório”, disse Omar Kaminski, advogado de Alvir Reichert Junior.

Em entrevista a INFO Online, hoje, Reichert disse que “a justiça foi feita” e que, ao contrário do que foi veiculado pela mídia na época, nunca lucrou com MP3 na internet.

Ele explica que o MP3 Forever se tratava de um clube restrito e sem fins lucrativos em que os membros expunham listas de Excel com os álbuns que possuíam. Com base nelas, combinavam de trocar determinada quantidade de discos, copiados e entregues pelo correio, sem taxas adicionais.

Segundo Reichert, todas as músicas que eram trocadas provinham de álbuns originais comprados pelos participantes, pois prezavam pela qualidade do áudio. “Havia preconceito até contra o Kazaa, eMule e Napster, porque normalmente as faixas vinham sempre com ruídos. Não baixávamos nada, apenas trocávamos CDs gravados”, declarou.

Procurada por INFO Online, a assessoria da APCM (resultante da união da APDIF com a ADEPI - Associação de Defesa da Propriedade Intelectual) ainda não deu resposta sobre o caso.

Laptop reciclavel - Estratégia de Sustentabilidade

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Foto: Reprodução

Aproveitando o bom nível de aceitação de câmeras e celulares descartáveis, o designer Je Sung Park resolveu dar um passo além e criou um conceito do que seria um laptop feito de papelão. (Foto: Reprodução)





Foto: Reprodução

Em versão ainda 'crua' e sem sofisticação, de acordo com o site 'Yanko Design', o Recyclable Paper Laptop seria montado a partir de camadas de papelão reciclado, que envolveriam o recheio – ou seja, os componentes eletrônicos – do computador portátil. Por enquanto, o produto é apenas conceitual e não tem data para lançamento. (Foto: Reprodução)