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Penetras na Casa Branca

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O casal de "penetras" que invadiu um jantar na Casa Branca chegou a cumprimentar o presidente dos EUA, Barack Obama, durante a recepção protocolar prévia ao evento oferecido na terça-feira ao primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh. Uma foto divulgada pela Casa Branca na noite desta sexta (27) "prova" que o encontro ocorreu.

Michaele e Tareq Salahi são figuras frequentes em coquetéis e recepções da alta sociedade americana. A imagem mostra uma sorridente Michaele cumprimentando Obama, com Tareq aguardando sua vez.

Foto: AP

Foto divulgada pela Casa Branca nesta sexta-feira (27) mostra o presidente dos EUA, Barack Obama, cumprimentando a 'penetra' Michaele Salahi durante jantar na residência oficial. (Foto: AP)


Durante o jantar, o casal tirou fotos com o vice-presidente americano, Joe Biden, o próximo chefe de Gabinete da Casa Branca, Rahm Emanuel, e outros convidados. Eles postaram algumas das imagens em seu perfil no site de relacionamentos Facebook.

Os serviços secretos dos EUA asseguraram que Obama não correu perigo, já que os invasores se submeteram ao mesmo controle de armas e detectores de metais pelo qual passaram os mais de 300 convidados.


Foto: AP

Foto do Facebook de Michaele Salahi mostra o casal com o vice-presidente Joe Biden (centro) (Foto: AP)


O jornal "Washington Post" foi o primeiro a noticiar a história. Segundo o diário, os Salahis moram no estado da Virgínia e são conhecidos na cena country do país. Eles estariam sendo cotados para participar de um reality show. O serviço secreto americano soube da entrada do casal na quarta-feira.


China proíbe castigo à viciados por Internet

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ministério da Saúde da China proibiu o uso de castigos físicos para curar o vício da internet em adolescentes
O Ministério da Saúde da China proibiu o uso de castigos físicos para curar o vício da internet em adolescentes, meses depois que um garoto foi espancado até a morte em um acampamento de reabilitação.
Os pais chineses buscaram ajuda de mais de 200 organizações que oferecem tratamento para "enfermidades", conforme aumentam os alertas do governo sobre hábitos poucos saudáveis da juventude de navegar pela internet.

Muitos desses campos estão impregnados de uma atmosfera militar. Os pacientes são obrigados a substituir horas diante do computador por exercícios físicos árduos ou mesmo "tratamentos" mais extremos.
"Ao intervir para evitar o uso impróprio da Internet, deveríamos proibir estritamente a restrição da liberdade pessoal e os castigos físicos", disse o ministério em um guia de como menores de idade devem usar a internet. O guia foi posto no site do ministério.
Parece que foi abandonado o termo "viciado em internet", amplamente utilizado em documentos antigos do ministério, talvez em uma tentativa de acalmar pais preocupados que alimentaram um negócio lucrativo de campos para evitar que os adolescentes passem horas online.
A morte em agosto de Deng Senshan, 15, horas depois de ele ter entrado em um acampamento de reabilitação de internet na região de Guangxi, no sudoeste da China, provocou tumulto na mídia.
Dias depois, outro adolescente, Pu Liang, foi levado ao hospital com água nos pulmões e deficiência renal depois de um ataque similar na província de Sichuan.
Em julho, o governo chinês já tinha proibido a terapia com eletrochoque para tratar o vício da internet, depois de relatos da mídia sobre um psiquiatra polêmico que administrou correntes elétricas em cerca de 3.000 adolescentes.
As últimas normas sugerem que as autoridades em Pequim não acham que os que têm hábitos não muito saudáveis quando à internet devam ser obrigados a ficar off-line permanentemente.
"O objetivo da intervenção é instar as pessoas a usarem a internet de um modo saudável", diz o guia. "Não é fazer com que elas parem de usar a internet."

Nova missão do Exterminador - Fechar site de Prostituição

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A ministra inglesa da Mulher e da Igualdade, Harriet Harman, pediu ao governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, que feche um site norte-americano onde os homens podem dar notas para prostitutas que atuam em Londres.

Para a ministra, o site "Punternet" incentiva a demanda pela prostituição - um vício que, segundo ela, deprecia as mulheres e as coloca em risco, de acordo com a agência de notícias Reuters.

O administrador do site, identificado como "Galahad", postou uma carta aberta para a ministra. No texto (que pode ser lido, em inglês, pelo atalho http://tinyurl.com/y8ovcmu) ele diz que o Punternet não é o único em sua categoria, não viola nenhuma lei e, se o fizesse, então muitos sites sobre prostituição nos Estados Unidos teriam que ser fechados também.

Ele também lembra à ministra que nos Estados Unidos existe algo chamado "liberdade de expressão" e termina agradecendo a ela pelo aumento do tráfego no site graças à polêmica.

A página na internet permite que os visitantes comparem e avaliem os serviços das prostitutas assim como o fariam com um restaurante, um hotel, ou uma viagem. Harmann considera que o site constitui uma "evolução muito sinistra" no comércio e exploração da mulher.

Segundo a ministra, cafetões colocam as mulheres à venda no site para sexo e clientes comentam. "O Punternet contém páginas e páginas de mulheres à venda em Londres", disse Harriet, que é vice-líder do Partido Trabalhista, legenda do primeiro ministro Gordon Brown.

Ela afirmou que levou o caso ao embaixador dos Estados Unidos no país e pediu que o governador californiano feche o site, uma vez que sua sede fica no Estado.

"Certamente, não será difícil para 'O Exterminador' exterminar o Punternet, e é isso que estou exigindo que faça", afirmou a ministra.